A praga dos pedintes...





Se há coisa que me incomoda toneladas é não poder ir a lado nenhum sem me aparecer uma criatura a pedir.
Opah, não há um minuto de sossego, não há uma hora de lazer que não seja invadida por uma mão estendida que só quer dinheiro, note-se!
Meus caros, dinheiro também eu quero que por aqui ele está em extinção. Chamem-me insensível, mas na minha opinião, que vale o que vale, quem realmente precisa de ajuda não anda nos parques de estacionamento nem nas esplanadas a pedir. Mais, quem realmente precisa de ajuda, aceita qualquer ajuda e não única e exclusivamente o belo do euro.
Vou ao supermercado pedem-me a moeda do carrinho de compras (podem levar, é de plástico), vou buscar um frango à churrasqueira e lá está uma criatura na porta de mão estendida ( e ai de ti que lhe apliques uma coxinha na mão ) , vou ao mercado e lá está um coitadinho estendido no chão com um cartaz, estaciono o carro na rua numa zona com parquímetro e está lá um arrumador de braço no ar ( a serio? ), vou ao café e pumba, levo logo com um grupo de ciganas a falar "latim" com a mão estendida, vou a algum evento de rua e .... pois, já sabem o que acontece. Que massacre.
Portugal devia fazer como a Suiça: emigrantes que se encontrem há mais de seis meses sem trabalhar é recambiá-los para o país deles, aqui já tem pelintras nacionais suficientes, cada país que cuide dos seus e depois é tirar dinheiro a quem realmente o tem. Não faz sentido nenhum que pessoas que tenham rendimentos anuais de menos de 10.000 euros tenham de pagar 200,300,500 de IRS. Vivem do quê depois de pagar?
Estou revoltada!!!





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5 comentários:

  1. concordo, eu entendo que a vida está dificil, mas também está para quem não está a pedir. E depois quando eu era miuda havia aquelas histórias de mendigos que pediam em certos sitios no Porto e que tinham conseguido juntar mesmo muito dinheiro mas tinham o vicio de pedir. Numa ocasião a minha mãe foi comprar pão e como estava uma senhora à porta a pedir a minha mãe ofereceu-lhe um pão. Resposta dela: olha-me esta dá-me um pão se ainda fosse um croissant. Eu não tenho por hábito dar a quem pede na rua, prefiro ajudar pessoas que sei que precisam mas têm vergonha de pedir. Outras melgas são aquelas senhoras que estão nos shoppings a pedir para as crianças, como também não sei até que ponto é verdade ou não é usual levarem de resposta: eu já tenho uma criança que precisa da minha ajuda.

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    1. Eu também sei de muitas histórias de "pedintes profissionais", chegamos a uma altura em que já não acreditamos em nada. O problema é que se anda a propagar à velocidade da luz e uma pessoa já não consegue andar na rua sem se cruzar com alguém ( ou alguns ) a pedir dinheiro.

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  3. Se há coisa que me chateia também é isso. Chamem-me insensível ou o que quiserem mas estou farta de ver gente a abordar-me a pedir dinheiro. E nem são só os que estão na rua que me chateiam. É os que estão à porta de qualquer Continente ou outro supermercado qualquer. Pedem para ajudar doentes com cancro, para ajudar crianças, para ajudar bancos alimentares regionais e mais não sei que. O engraçado é que eu nunca conheço nenhum dos nomes das instituições. E mais engraçado ainda é que gostam de pedir em jeito de ameaça "Um dia podes ser tu a precisar". Uma pessoa bondosa que se entrega a uma causa pelos outros não diria de certeza uma coisa destas em jeito de ameaça só porque alguém decidiu não ser solidário à força. Eu gosto de solidariedade mas é quando posso e de livre vontade.
    O que eu comecei a fazer foi dizer "Ó minha senhora eu não ganho dinheiro como quer que eu ajude?" porque é verdade. O que recebo é dos meus pais e para me desenrascar na minha vida de estudante. Ahhh desculpa o texto grande mas isto é daquelas coisas que me deixa mesmo chateada e me faz dar uma volta uns metros maior só para evitar passar à frente dessas pulgas da solidariedade forçada.

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    1. HEHEHEHE. Tranquila. A verdade é que não podemos ajudar todos e realmente agora parecem pragas ;)

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