Apresentação cuidada como norma de elegância




No meu ponto de vista, a elegância ou o bom ar, poderiam ser representados por uma embalagem de gel de banho!
É uma coisa que me transcende, conhecer mulheres que são vaidosas e ao mesmo tempo, descuidadas. Como é que é possível alguém sair de casa toda produzida e maquilhada, mas com um cabelo com tanto óleo que dava para fritar um ovo? Ter cuidado com o que veste e, no entanto, cheirar a estábulo? É completamente repugnante.
Embora estar bem lavada e com o cabelo bem escovado e brilhante não leva automaticamente à elegância, é um facto que, uma mulher não pode ser elegante a não ser que esteja cuidada na perfeição.
Há um certo tipo de falta de cuidado, mais ou menos estudado, que, em determinadas ocasiões pode ser o máximo. Só que, certamente, não está ao alcance de todas e é melhor parecer toda engomadinha do que ter aspecto de quem acabou de sair da selva.
Assim sendo, há algumas tarefas que devem ser feitas sempre que se queira apresentar ao mundo:
- as unhas devem estar sempre impecáveis. Nada dá um aspecto mais desmazelado do que um verniz lascado. Mais vale não ter nenhum.
- o cabelo deve estar limpo e bem penteado, pois é a moldura do rosto.
- a maquilhagem deve ser quase indetectável, não queremos tirar o lugar aos palhaços do circo.
- os sapatos devem estar limpos e em bom estado.
- as costuras das meias devem estar direitas. Meias largas, a dançar nos tornozelos são um crime e nem sequer consigo perceber porque acontece, nas lojas vendem-se em vários tamanhos, escolham o certo. Simples assim.
- a roupa deve estar engomada e sem nódoas ou borbotos.
- as bainhas devem ser iguais a toda a volta.
- a lingerie não se deve notar debaixo da roupa.
- usar diariamente desodorizante, água de colónia ou eau de toilette e um borrifo de perfume.


O tamanho desta lista de tarefas pode parecer desencorajador, mas estes pormenores tornam-se automáticos com a prática e constituem um investimento bem modesto na manutenção da nossa imagem e auto confiança.
A falta de cuidado crónico numa mulher transparece aos olhos dos demais de duas maneiras: ou é uma questão de carácter ou de fadiga física e mental. No primeiro caso, há pouca esperança de melhorias e se alguém não cuida de si, como poderá cuidar de outros? O segundo caso não exige mais do que um encorajamento moral para inspirar a força de vontade para se arranjar.
O cabeleireiro, por exemplo, é um poderoso antídoto em casos de esgotamento ou depressão. Uma mulher mal cuidada está, quase sempre, deprimida ou triste. A ideia de melhorar o estado da alma com um novo penteado não é só lenda, é mesmo uma autentica solução terapêutica.

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