A cultura vintage




Misturar antigo com novo sempre foi uma questão de estilo e de gosto, que tem vindo a aumentar na última década.
Não falo só em roupas ou acessórios, mas também de móveis e outros arsenais que nos transportam a outros tempos. Tanto é que, até nas passerelles vemos espelhado este gosto ecléctico nas suas inspirações.
Ir às feiras da ladra passou a ser um ritual que nada tem a ver com a necessidade, mas sim com a procura de artigos diferentes. A ideia é criar um estilo, procurando o novo no usado que, conjugado com outras peças, gera um look original e pessoal. Assim, este tipo de feiras tornaram-se verdadeiros locais de romaria, são tendência e estão na moda!
O problema quando isso acontece é que há um boom de feiras de rua, lojas de artigos em segunda mão, o valor dos mesmos aumenta consideravelmente e encontrar uma peça que realmente valha a pena é como achar uma agulha num palheiro. Embora o desafio seja maior e mais aliciante para almas pacientes, o que antes era original e especial, passa a ser banal.
De qualquer modo, a verdade é que não é qualquer pessoa que tem perfil para usar peças vintage, sem parecer um personagem de época. Nem tudo o que é tendência nos cai bem e é preciso ter consciência disso.
Outra coisa que é preciso frisar é que vintage não é o mesmo que velho, o.k.?

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3 comentários:

  1. Eu adoro e concordo completamente contigoé preciso saber usar e o que usar ;)
    Beijinhos
    elisaumarapariganormal.blogspot.pt

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